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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Tempestade Solar em 2012, ALERTA!!!!


Parece que afinal o perigo em 2012 não serão os cometas, nem extraterrestres, nem inversão polar, nem nenhuma dessas hipóteses teorias, mas será a Tempestade Solar.
É um facto científico que a cada 11 anos o sol inicia um novo ciclo de atividade, as tempestades magnéticas poderiam interferir com toda a tecnologia que possuímos na Terra.

Quando o sol entra na sua fase mais ativa, ele pode enviar tempestades magnéticas poderosas que desligam satélites, ameaçam a segurança dos astronautas e até interrompem sistemas de comunicação na Terra. 
As piores tempestades atuais derrubam redes de energia ao induzir correntes que derretem os transformadores.

Os impactos da falta de eletricidade, por exemplo, acabariam com a distribuição de água potável em questão de horas, alimentos e medicamentos perecíveis seriam perdidos entre 12 e 24h; serviços de esgoto, telefones, transportes, abastecimento de combustíveis seriam interrompidos, etc.
A energia poderia levar meses para ser restabelecida, segundo a pesquisa. 
Durante esse período os bancos poderiam estar fechados e o comércio internacional seria suspenso.

O clima espacial pode produzir tempestades electromagnéticas solares que induzem correntes extremas em fios interrompendo linhas de força, causando apagões generalizados e afetando cabos de comunicação da internet. 
Clima espacial severo produz partículas solares energéticas e desloca os cinturões de radiação da Terra, o que danifica satélites usados para comunicações comerciais, GPS e previsão do tempo.
O próximo pico da atividade solar é esperado em 2012. 

O relatório foi delegado e financiado pela NASA. 
Especialistas em indústria e governo, assim como academicos, de todo o mundo, participaram

Fonte: Live Science 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

O planeta Terra em chamas


A animação acima, feita pela Nasa, mostra imagens mensais de fogo no planeta desde 2000 até 2012. A primeira observação surpreendente é que sempre há focos de incêndio em várias partes do planeta, em qualquer época do ano. É uma evolução de outro vídeo, divulgado no ano passado.

É possível acompanhar a temporada de incêndios florestais nos Estados Unidos e na Sibéria no verão do Hemisfério Norte. Suas colunas de fumaça são vistas do espaço. As queimadas do Brasil, na Amazônia e no cerrado, atingem o auge por volta de setembro. A África tem um padrão interessante. No início do ano, uma faixa embaixo do Saara queima de ponta a ponta no continente. Depois, por volta de setembro, é a vez da África Central.

(Alexandre Mansur)

                                             Veja o Vídeo Abaixo:
                                                                     

                                Fonte:

Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/planeta/tag/florestas-queimadas/

Gases do efeito estufa demoram para diminuir mesmo em recessão



Reuters
As emissões dos gases que provocam o efeito estufa aumentam quando as economias se expandem, mas não caem tão rapidamente quando chega a recessão, talvez porque as pessoas estejam acostumadas com o estilo de vida dos bons tempos, mostrou um estudo.

O estudo, divulgado na edição de segunda-feira da revista Nature Climate Change, é um balde de água fria para muitos governos que acreditam que a recessão pode ao menos trazer o consolo de uma contração acentuada nas emissões dos gases do efeito estufa.

As emissões de dióxido de carbono, o principal gás do efeito estufa, aumentaram em média 0,73 por cento para cada 1 por cento de crescimento no produto interno bruto (PIB) per capita, segundo pesquisa de Richard York, da Universidade do Oregon.

Mas as emissões caíram apenas 0,43 por cento para cada por cento de declínio no PIB per capita, ressaltou York, que usou estatísticas do Banco Mundial para mais de 150 países de 1960 a 2008.

"O declínio econômico (...) não leva a uma queda tão grande nas emissões se comparado à quantidade que o crescimento econômico provoca no aumento das emissões", disse York à Reuters.

Ele disse que a diferença pode ser explicada pela infraestrutura que surge durante épocas de crescimento econômico --novas casas, estradas ou fábricas-- e que continua em uso durante a recessão.

MUDANÇAS

"Quando as economias entram em declínio, as fábricas não param imediatamente, as pessoas não deixam de dirigir (embora elas possam adiar a compra de um novo carro)", exemplificou em um email. E muitos imóveis novos ainda precisam de aquecimento ou ar-condicionado.

Mesmo desde 1990, quando muitos países desenvolvidos começaram a tentar reduzir seus gases de efeito estufa sob um tratado da ONU, as emissões também caíram menos em recessão do que aumentaram quando a economia crescia, apontou ele.

York disse que os economistas talvez tenham que repensar como projetam o crescimento futuro do dióxido de carbono. A maioria dos estudos garante que o PIB e as emissões andam juntos, para cima ou para baixo.

O estudo "não sugere necessariamente que as emissões futuras vão ser de modo geral mais altas ou mais baixas do que as projeções atuais, mas sugere que isso vai depender de forma as economias crescem ou encolhem", salientou.

"Não importa apenas o tamanho do PIB no futuro, mas como ele chegou a esse tamanho, como crescimento constante e lento ou períodos de rápido crescimento misturados com recessão", explicou. 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,gases-do-efeito-estufa-demoram-para-diminuir-mesmo-em-recessao,941834,0.htm



O planeta está em nossas mãos


"Na segunda metade deste século, como pode a Terra sustentar uma população humana de nove ou mais mil milhões de pessoas, e ao mesmo tempo, as populações de outras espécies com as quais compartilhamos o planeta?"
"Como se pode travar o esgotamento dos recursos naturais e restaurar ecossistemas degradados e, ao mesmo tempo conservar a biodiversidade, manter os serviços essenciais dos ecossistemas e providenciar o acesso equitativo aos recursos naturais, alimentos, água, fibras e combustível a mais de 9 mil milhões de pessoas em 2050?"
Estas e outras questões são respondidas no Relatório Planeta Vivo 2012 da WWF.
Diretamente do Espaço: André Kuipers, Astronauta da Agência Espacial da Europa e Embaixador WWF lança o Relatório do Planeta Vivo 2012, 
                                                                                                                                           
                                             Veja o Vídeo Abaixo aqui:                                                                             
               
                                                           Fonte do vídeo:

Imagens do estado do mundo, enviadas por André Kuipers para a WWF:
"Temos a capacidade de salvar a nossa casa, protegendo o nosso planeta. Não só para o nosso próprio benefício, mas, sobretudo, para as gerações vindouras. Nós temos as soluções. Todos podem fazer uma contribuição, fazendo as melhores escolhas na maneira como governar, produzir e consumir. Cuidar melhor do planeta está em nossas mãos." diz ele.
O que há de novo no Relatório do Planeta Vivo 2012:
A crescente pegada da urbanização.
Uma nova perspectiva sobre a pegada da água, o que nos permite olhar para o consumo de água mensal com base na disponibilidade nas bacias hidrográficas.
A "luta pela terra" ao nível global e a pegada ecológica dos países.
Os vários cenários sobre os impactos das mudanças climáticas - nos oceanos, no Ártico, nas florestas e na biodiversidade.
A "secção de escolhas " - na perspectiva da WWF, One Planet (por um único planeta).
Há apenas uma Terra: A edição 2012 do Relatório do Planeta Vivo (LPR) destaca a enorme pressão que a humanidade está a colocar sobre o nosso planeta. Nós estamos a usar 50 por cento a mais dos recursos que a Terra pode e tem para oferecer. Em 2025, até dois planetas não serão suficientes.
As pessoas em harmonia com a natureza - é possível: Podemos criar sociedades mais justas e equitativas - fornecimento de água, alimentos e energia para todos - através da gestão sustentável dos recursos naturais da Terra.
Todos nós precisamos de comida, água e energia, estes vêm da natureza. Logo, precisamos natureza!
7 mil milhões de expectativas, um planeta: o nosso capital natural está a diminuir e nossa Pegada Ecológica está aumentar. É urgente e necessário agir para garantir que podemos viver em harmonia com a natureza.
A pressão populacional: o aumento populacional é um importante factor que explica a pressão sobre o ambiente. A população mundial duplicou desde 1950 – hoje somos 7 mil milhões (dados de 2011); a previsão é que se pode atingir os 9,3 mil milhões de pessoas em 2050.
Consumo insustentável: a tendência para o aumento do consumo nos países de alto rendimento em todo o mundo e em países BRIICS, combinada com crescimento da população, fornecem sinais de alerta para o possível aumento da pegada no futuro.

Fonte: http://www.wwf.pt/o_que_fazemos/por_um_planeta_vivo/o_relatorio_planeta_vivo/edicao_2012/